Locar notebooks ou ampliar o parque próprio é uma daquelas decisões que mexem com TI, financeiro e até com RH ao mesmo tempo. De um lado, está a sensação de controle da compra tradicional.
Do outro, a flexibilidade de locar notebooks e transformar hardware em serviço, com custo previsível por mês e menos dor de cabeça com manutenção, troca e logística.
Se a sua empresa está em crescimento, com times remotos, squads temporários, projetos com prazo definido ou um modelo híbrido que muda o tempo todo, é normal que essa conta comece a ficar confusa.
A pergunta que surge é simples: em que momento faz mais sentido locar notebooks em vez de continuar ampliando o parque próprio? E como calcular esse ponto de virada com números, não só com sensação.
Neste artigo da Uniir, vamos olhar para essa decisão de forma prática, trazendo custos, cenários, riscos e um passo a passo para você montar a sua própria análise. A ideia não é dizer que locar notebooks é sempre melhor, e sim mostrar quando a locação começa a ganhar do parque próprio e como a Uniir pode entrar justamente nessa virada.

Por que sua empresa está revendo o parque de notebooks agora
Antes de falar em planilha, vale entender por que esse assunto ganhou tanta força nos últimos anos. O modelo de trabalho mudou, as operações estão mais digitais e a necessidade de mobilidade aumentou muito.
Alguns sinais costumam acender o alerta para rever o modelo de parque próprio:
- Crescimento de times remotos e híbridos.
- Aumento de projetos temporários e squads formados por período.
- Dificuldade para dimensionar o parque: sobra equipamento parado em alguns momentos e falta em outros.
- Pressão do financeiro para reduzir CAPEX e trazer mais previsibilidade de caixa.
- TI gastando tempo demais com logística, troca, manutenção e configuração de notebooks.
Quando esses pontos aparecem ao mesmo tempo, a locação passa a ser uma alternativa concreta, não só um conceito.
E é aqui que entra a ideia de locar notebooks com um parceiro especializado como a Uniir, que já está estruturada para lidar com volume, logística, suporte e governança.
O que significa locar notebooks na prática
Locar notebooks não é apenas “pegar equipamento emprestado”. É contratar um serviço completo, em que o notebook passa a ser um ativo operacional, com gestão, suporte e regras combinadas desde o início.
Na prática, quando você decide locar notebooks, está contratando:
- Equipamentos dentro de um padrão de performance acordado.
- Configuração conforme o perfil de uso definido pela empresa.
- Logística de envio, troca e devolução organizada pelo fornecedor.
- Suporte e reposição em caso de defeito, dentro de SLAs definidos em contrato.
- Governança sobre o ciclo de vida dos notebooks, sem precisar comprar, depreciar e revender.
Como a Uniir entra nesse modelo de locação
A Uniir é especializada em locação de dispositivos para empresas, com foco em mobilidade e produtividade.
Na locação de notebooks, a empresa ajuda desde a definição de perfis de equipamentos até a logística e o suporte durante o contrato.
Isso significa que, em vez de TI comprar, configurar, embalar e enviar cada notebook, a Uniir assume boa parte desse trabalho, sempre alinhada às diretrizes da sua empresa.
A locação deixa de ser só “ter o equipamento” e passa a ser “ter a operação rodando” com previsibilidade.
Quando faz mais sentido locar notebooks
Existem situações em que locar notebooks quase sempre tende a ser mais inteligente do que ampliar o parque próprio. Por exemplo:
- Projetos com prazo definido, em que o time só existe por alguns meses.
- Times temporários para picos de demanda, como grandes campanhas ou alta temporada.
- Expansão geográfica rápida, quando a empresa precisa colocar pessoas operando em outras cidades ou estados em pouco tempo.
- Testes de novos modelos de trabalho, como pilotos de home office ou squads remotos.
Nesses cenários, comprar notebooks para tudo gera estoque parado, ativo ocioso e custo de manutenção desnecessário. Locar notebooks permite subir e descer operações sem ficar “preso” ao parque que você criou.
Custos de ampliar o parque próprio: o que realmente entra na conta
Quando a empresa decide ampliar o parque próprio, o primeiro número que aparece é o preço de compra do notebook. Mas esse é só o começo.
O custo real de um parque próprio é maior e aparece no tempo, não apenas na nota fiscal.
Custos diretos da compra
Aqui entram os custos que todo mundo enxerga:
- Preço de compra dos notebooks.
- Impostos sobre a aquisição.
- Acessórios necessários: mochilas, docks, adaptadores, monitores extras.
- Licenças de software associadas ao equipamento, se forem acopladas por máquina.
Esses valores vão direto para o orçamento de CAPEX e pesam no caixa, especialmente se a empresa estiver comprando muitos notebooks de uma vez.
Custos indiretos e TCO do parque próprio
O TCO (custo total de propriedade) é onde muitos projetos travam. Além da compra, é preciso considerar:
- Tempo da equipe de TI para configurar, formatar e aplicar políticas de segurança.
- Logística interna: envio para funcionários remotos, devolução, gestão de estoque.
- Manutenção corretiva e troca em caso de defeito fora da garantia.
- Perdas, furtos e extravios, principalmente em operações espalhadas geograficamente.
- Ociosidade: notebooks parados entre a saída de um colaborador e a entrada de outro.
- Obsolescência: queda de performance ao longo dos anos, exigindo upgrade ou substituição.
Quando essa conta é feita para um período de 3 a 5 anos, muitos gestores percebem que o parque próprio custa bem mais do que apareceu na primeira planilha.
É justamente nesse espaço entre “custo de compra” e “custo total” que a locação começa a ficar interessante.

Como calcular o ponto de virada entre locar notebooks e comprar
Chegar ao ponto de virada não é adivinhação, é método. Você pode montar uma análise simples em quatro passos, usando dados da sua operação e condições reais de locação de notebooks com parceiros como a Uniir.
Passo 1: mapear cenários de uso
O primeiro passo é entender como a sua empresa usa notebooks hoje e como pretende usar no futuro. Alguns recortes ajudam:
- Quantos notebooks estão em uso constante.
- Quantos são usados só em projetos ou períodos específicos.
- Quantos ficam parados por mês, em média.
- Qual a rotatividade de pessoas por área.
- Em quanto tempo, em média, um notebook volta para uso depois que alguém sai.
Com esse mapa, você consegue separar o parque em dois blocos: a base estrutural (que faz sentido ficar no parque próprio) e a parte variável, que pode ser atendida com locar notebooks.
Passo 2: estimar o TCO da compra para cada cenário
Aqui, a ideia é colocar na planilha:
- Valor de compra do notebook.
- Vida útil planejada (por exemplo, 36 ou 48 meses).
- Custos de suporte, manutenção e logística por ano.
- Percentual médio de perdas ou extravios.
- Custo do capital: quanto esse dinheiro imobilizado poderia estar rendendo em outro lugar.
Você pode distribuir esse custo no tempo, chegando a um valor mensal “por notebook” na compra, já considerando TCO.
Passo 3: estimar o custo da locação
Em paralelo, você precisa trazer para a planilha a proposta de locar notebooks com a Uniir ou outro parceiro. Nesse cálculo entram:
- Valor mensal por notebook para o tipo de equipamento que a sua operação exige.
- Serviços inclusos: suporte, troca em caso de defeito, logística de envio e devolução, configuração padronizada.
- Prazos mínimos de contrato e regras de escalonamento (entradas e saídas de máquinas).
A grande vantagem é que, na locação, grande parte do que seria custo de TI, logística e ociosidade já está incorporada na mensalidade.
Passo 4: comparar locar notebooks x parque próprio
Com os dois lados na mesa, três perguntas ajudam a achar o ponto de virada:
- Em quantos meses a compra começa a ficar claramente mais barata que a locação, considerando tudo.
- Em quais cenários de uso a ociosidade e a rotatividade “comem” o ganho da compra.
- Quanto vale, para a sua empresa, a flexibilidade de aumentar ou reduzir o número de notebooks sem travar caixa.
Na prática, a experiência da Uniir mostra que, quanto mais variável é a demanda, mais cedo a locação se torna vantajosa. Em times estáveis e pouco voláteis, o parque próprio pode continuar fazendo sentido, principalmente se for bem gerido. A chave é não olhar para a empresa como um bloco único, e sim segmentar por perfil de uso.
Cenários em que locar notebooks tende a ganhar do parque próprio
Para tirar a análise do abstrato, vale olhar para alguns cenários típicos em que locar notebooks costuma se destacar.
Projetos piloto e provas de conceito
Quando a empresa quer testar um novo produto, um novo modelo de atendimento ou um formato de trabalho, faz pouco sentido comprar dezenas de notebooks para algo que pode durar poucos meses.
Locar notebooks aqui traz vantagens claras:
- Você não trava caixa em um projeto que ainda é teste.
- Consegue subir e descer o time rapidamente, sem estoque sobrando.
- Se o piloto escalar, já existe um parceiro como a Uniir preparado para crescer junto.

Times temporários e campanhas sazonais
Empresas que trabalham com campanhas, datas sazonais ou operações de campo intensas em certos períodos (como pesquisas, ações promocionais ou mutirões de vendas) sofrem com o vai e vem de pessoas.
Comprar notebooks para todos esses picos costuma gerar:
- Equipamentos parados durante boa parte do ano.
- Dificuldade para prever o número exato de máquinas necessárias.
- Uma gestão chata de estoque, manutenção e reaproveitamento.
Locar notebooks resolve justamente esse “zigue-zague”, porque o contrato acompanha a curva da operação.
Expansão geográfica e times remotos
Se a empresa está se espalhando pelo país ou montando squads em outras cidades, a logística entra forte na conta. Comprar notebooks e cuidar de envio, troca e devolução é caro e trabalhoso.
Com a locação, esse esforço migra para o parceiro. A Uniir, por exemplo, cuida do envio dos notebooks, da logística reversa e da substituição em caso de problema, mantendo o time operando sem que TI precise virar uma transportadora.
Como a Uniir pode apoiar no cálculo do ponto de virada
Mais do que entregar notebooks, a Uniir ajuda empresas a estruturar essa análise de forma pé no chão. Isso passa por entender:
- Quantos notebooks fazem sentido ficar no parque próprio.
- Quantos podem migrar para locação imediatamente.
- Quantos podem ser absorvidos em contratos pensados para projetos, pilotos ou times temporários.
Como a Uniir vive o dia a dia de locar notebooks para empresas com perfis diferentes, a equipe já enxerga padrões de uso, ligações com KPIs e boas práticas de implementação. O resultado é um desenho de solução que vai além do “quantas máquinas você quer” e entra na discussão de produtividade, governança e fluxo de caixa.
Perguntas frequentes sobre locar notebooks na sua empresa
1. Locar notebooks é sempre mais barato do que comprar?
Não necessariamente. Em operações muito estáveis, com pouca rotatividade, parque bem gerido e horizonte longo, a compra ainda pode ser competitiva, principalmente se a empresa tiver estrutura para lidar com manutenção, logística e segurança.
A locação tende a ser mais vantajosa quando:
- A demanda por notebooks é variável.
- Há muitos projetos com prazo definido.
- A empresa não quer travar caixa em grandes compras.
- TI está sobrecarregada com tarefas operacionais ligadas a hardware.
O importante é comparar cenário a cenário, e não tentar chegar a uma resposta única para toda a empresa.
2. Como eu começo a locar notebooks sem mudar tudo de uma vez?
Você não precisa virar a chave do dia para a noite. Muitos clientes da Uniir começam com:
- Um projeto piloto específico.
- Um time temporário.
- Uma frente de expansão geográfica.
A partir dos resultados, fica mais fácil ampliar o escopo, migrando outros pedaços da operação para a locação. O ponto é usar dados reais da sua empresa para decidir, e não só referências externas.
3. E a segurança dos dados nos notebooks locados?
Segurança não depende apenas de quem é o dono físico do notebook, mas de como ele é gerido. Na locação, é possível definir políticas de segurança, criptografia, bloqueios, senhas e padrões de acesso que seguem as regras da empresa.
O parceiro de locação atua junto com o time de TI para garantir:
- Aplicação consistente das políticas.
- Procedimentos claros de devolução e sanitização de dados.
- Suporte para incidentes e trocas quando necessário.
A Uniir trabalha alinhada às exigências de segurança dos clientes, ajudando a colocar essas políticas em prática no dia a dia.
4. O que acontece com os notebooks quando o contrato termina?
Quando o contrato de locar notebooks termina, os equipamentos retornam para o parceiro, que faz a gestão do ciclo de vida: higienização, checagem de hardware, sanitização de dados e encaminhamento conforme as políticas internas.
Na sua empresa, isso significa:
- Menos estoque parado.
- Nenhuma preocupação com revenda ou descarte.
- Liberação de espaço físico e mental para focar na operação principal, não na gestão de hardware.
5. Como a Uniir ajuda TI, financeiro e RH ao mesmo tempo?
Cada área olha para um pedaço do problema:
- TI quer governança, padrão e menos suporte repetitivo.
- Financeiro quer previsibilidade e menos CAPEX.
- RH quer onboarding e offboarding sem atrito.
Ao locar notebooks com a Uniir, essas necessidades são consideradas desde o início na montagem da solução. O resultado é um modelo em que:
- TI tem um parque padronizado e previsível.
- Financeiro trabalha com valores mensais claros e sem surpresas.
- RH sabe que terá equipamentos prontos para quem entra e um fluxo organizado para quem sai.
A locação deixa de ser apenas um custo mensal e vira parte da estratégia de como a empresa equipa as pessoas para trabalhar.
Conclusão: locar notebooks com inteligência para virar a chave na hora certa
No fim, a pergunta “vale a pena locar notebooks ou ampliar o parque próprio” não tem resposta única.
Ela depende de como a sua empresa cresce, de quantos projetos sobem e descem por ano, de quanto tempo TI consegue dedicar à gestão de hardware e de quanta flexibilidade o financeiro precisa para não travar o caixa.
O ponto de virada aparece quando você enxerga claramente que:
- Uma parte do parque é previsível e pode continuar própria.
- Outra parte é variável, ligada a projetos, times temporários e expansão, e faz muito mais sentido ser atendida com locar notebooks.
É justamente nesses pedaços variáveis que a Uniir pode ser a parceira certa. A empresa não entrega apenas notebooks, e sim uma operação de locação pensada para produtividade, segurança e previsibilidade, conectando TI, financeiro e RH na mesma solução.
Se a sua empresa está nesse momento de revisão, vale dar o próximo passo: mapear cenários, montar a análise de TCO e conversar com a Uniir para desenhar um modelo que faça sentido para a sua realidade.
A partir daí, locar notebooks deixa de ser só uma ideia e passa a ser uma decisão suportada por dados, prazos e resultados concretos.